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Consórcio Explicado
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Fundo Comum

O cofrinho de todo mundo

Fundo comum é onde o dinheiro do grupo mora. Cada parcela que você paga todo mês vai parar nesse fundo, junto com a parcela de todos os outros consorciados. E é dali que sai a grana pra bancar as cartas de crédito de quem é contemplado. Sem fundo comum, não tem contemplação — simples assim.

A matemática por trás

Vou usar números redondos. Grupo de 150 pessoas, cotas de R$ 80.000, prazo de 80 meses. Cada um manda R$ 1.000/mês pro fundo (R$ 80 mil dividido por 80 meses). Resultado: R$ 150.000 entrando no caixa todo mês.

Com R$ 150 mil por mês, a administradora contempla pelo menos 1 pessoa (R$ 80 mil). Sobram R$ 70 mil que se acumulam. Quando alguém dá lance de R$ 20 mil e ganha, esse lance também entra no fundo — e acelera as próximas contemplações. O sistema se retroalimenta.

Inadimplência: o grande vilão

Quando alguém para de pagar, o fundo encolhe. Se cinco pessoas atrasam no mesmo mês, são R$ 5.000 que deixam de entrar. Multiplique isso por alguns meses e o grupo começa a travar. Por esse motivo existe o fundo de reserva: um colchão financeiro separado, feito exatamente pra tapar buraco de inadimplência sem comprometer as contemplações.

E o dinheiro parado rende?

Rende, sim. Enquanto os recursos ficam no fundo aguardando uso, a administradora aplica em investimentos conservadores — normalmente títulos públicos ou CDBs de bancão. O rendimento fica no grupo e ajuda a proteger o poder de compra da carta de crédito contra a inflação.

Quer ver quanto da sua parcela vai pro fundo comum? Simule no simulador de consórcio.

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